| dc.contributor.advisor | Cambria, Vicenzo | |
| dc.contributor.author | Rebolo, Ferran Tamarit | |
| dc.date.accessioned | 2018-02-08T18:23:59Z | |
| dc.date.available | 2018-02-08T18:23:59Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.identifier.citation | REBOLO, Ferran Tamarit. Tocar e ser tocado. Cantar e encantar Música, trânsitos e relatos de uma vida no candomblé. 212 p. Dissertação (Mestrado em Música). Disponível em: <http://web02.unirio.br/sophia_web/index.php?codigo_sophia=86994>. Acesso em: 8 fev. 2018. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/unirio/10901 | |
| dc.description.sponsorship | n/a | pt_BR |
| dc.language.iso | Portuguese | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.title | Tocar e ser tocado. Cantar e encantar Música, trânsitos e relatos de uma vida no candomblé | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Cambria, Vicenzo | |
| dc.degree.department | CLA | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO | pt_BR |
| dc.degree.level | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.degree.program | Programa de Pós-Graduação em Música | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Linguística, Letras e Artes | pt_BR |
| dc.degree.country | Brasil | pt_BR |
| dc.description.sponsordocumentnumber | n/a | pt_BR |
| dc.description.abstractpt | A vida de Dofono D’Omolu, nome pelo qual é conhecido o babalorixá, músico e agente cultural Claudecy de Souza Santos, sempre foi estruturada em volta do fazer musical. Como sujeito nascido e socializado dentro do universo das religiões afro-brasileiras, o candomblé é para ele "uma história de vida". Para o Dofono, candomblé é antes que nada uma relação, uma troca entre pessoas e entidades, articuladora de relatos e projetos de vida (VELHO, 2003). Em movimento constante, percursos e energias são dinamicamente impulsionados e modificados pela ação dos indivíduos, sempre ajudados por forças transcendentes. Dofono, neste sentido, transita entre espaços sociais, geográficos e humanos para tentar organizar sua vida em volta da música (e) do candomblé. A presente proposta, nascida de nosso diálogo mutuamente atento e de nossa relação intensa de aprendizados, parcerias e trabalho, parte do fazer musical e de nossa ligação como parentes-rituais para tentar reconstruir e refletir em volta do papel primordial que o musicar (SMALL, 1998) – a participação em qualquer encontro de seres humanos em volta do fazer música – tem na construção criativa de nossas vidas. Em nossos trânsitos, somos levados a confrontar visões de mundo e perspectivas diferentes, e surgem dessa forma conceitos e atitudes que desafiam as narrativas hegemônicas sobre as religiões de matriz africana, sobre o que é ser músico ou sobre sobreviver numa grande metrópole como o Rio de Janeiro, entre outras. De alguma forma, construímos interativamente outras "etnomusicologias" que podem contribuir para uma mudança no paradigma acadêmico vigente. | pt_BR |
| dc.subject.pt | Música | pt_BR |
| dc.subject.pt | Candomblé e Regiões Afro-brasileiras | pt_BR |
| dc.subject.pt | Trânsito e projeto de vida | pt_BR |
| dc.subject.pt | oralidade e história de vida | pt_BR |
| dc.subject.pt | etnografia das práticas musicais | pt_BR |