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Relações de apoio social da mulher mãe no processo de transição puerperal

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dc.contributor.advisor Rocha, Cristiane Rodrigues da
dc.contributor.author Amaral, Beatriz Valim Egito do
dc.date.accessioned 2026-03-16T11:12:21Z
dc.date.available 2026-03-16T11:12:21Z
dc.date.issued 2025-06-09
dc.identifier.citation AMARAL, Beatriz Valim Egito do. Relações de apoio social da mulher mãe no processo de transição puerperal. 2025. 128 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025. pt_BR
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/unirio/14846
dc.description.sponsorship n/a pt_BR
dc.language.iso Portuguese pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.title Relações de apoio social da mulher mãe no processo de transição puerperal pt_BR
dc.type masterThesis pt_BR
dc.contributor.referee Rocha, Cristiane Rodrigues da
dc.contributor.referee Rua, Marília dos Santos
dc.contributor.referee Silva, Laura Johanson da
dc.degree.department Biblioteca Central pt_BR
dc.degree.grantor Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO pt_BR
dc.degree.level Mestrado Acadêmico pt_BR
dc.degree.local Rio de Janeiro, RJ pt_BR
dc.degree.program Programa de Pós-Graduação em Enfermagem pt_BR
dc.subject.cnpq CIÊNCIAS DA SAÚDE pt_BR
dc.subject.cnpq ENFERMAGEM pt_BR
dc.description.abstracten The puerperal transition, although characterized by profound physical, emotional, and social changes, remains overlooked in healthcare practices and public policies, as the postpartum period of the woman-mother is often neglected with attention directed almost exclusively to the newborn; emotional support networks have been associated with substantial improvements in maternal well-being, and understanding social support as a reciprocal process, beneficial for both providers and recipients, and as a potential resource for overcoming inhibiting factors, may contribute to identifying determinants and assessing their direct impact on maternal physical and mental health; grounded in Afaf Meleis’ Transitions Theory, this study examined these experiences as complex and multifactorial processes, with the objective of describing social support relationships in the puerperal period from the perspective of the woman-mother and analyzing facilitators and barriers to the puerperal transition in relation to these support networks; this descriptive and exploratory qualitative study was conducted in two stages, beginning with participant screening to ensure compliance with inclusion criteria (women aged 18 or older, who had delivered full-term infants between 45 days and 2 years prior in healthy conditions) and exclusion criteria (stillbirth, newborn health complications requiring prolonged hospitalization or leading to chronic conditions, birth weight under 2,500 g, or maternal hospitalization longer than 15 days postpartum); data were analyzed using the thematic-categorical content analysis framework proposed by Oliveira (2008), with strict adherence to ethical principles, and five main categories emerged: social support relationships in the puerperal transition (family, community, and professional support), challenges inherent to being a woman and mother (exclusive maternal burden, physical and emotional demands, expectation–reality gap), identity and social transformations of motherhood (impact on personal identity and interpersonal relationships), positive aspects and resilience in motherhood (emotional support, mother–child bonding, coping strategies), and policies and structural conditions (absence of public policies and institutional support); the conclusions highlight that the puerperal transition is a profound passage marked by identity shifts and often invisible emotional demands, with weak or absent support networks heightening the vulnerability of the woman-mother, and although some benefit from strong social support, challenges persist even in favorable contexts, making it crucial to recognize the puerperium as a phase of sustained emotional, physical, and social vulnerability that demands comprehensive care, active listening, and public policies responsive to the complexity of this experience. pt_BR
dc.degree.country Brasil pt_BR
dc.description.sponsordocumentnumber n/a pt_BR
dc.description.abstractpt A transição puerperal, embora marcada por profundas mudanças físicas, emocionais e sociais, segue invisibilizada nas práticas de cuidado e nas políticas públicas, já que o pós-parto da mulher-mãe é frequentemente negligenciado, com o foco voltado quase exclusivamente para o recém-nascido; nesse contexto, as relações que fornecem apoio emocional têm sido associadas a uma melhoria significativa no bem-estar das mães, e compreender o apoio social como um processo benéfico, tanto para quem oferece quanto para quem recebe, somado ao seu potencial de enfrentamento dos fatores inibidores, pode contribuir para identificar condicionantes determinantes e avaliar seu impacto direto na saúde física e mental da mulher-mãe; à luz da Teoria das Transições de Afaf Meleis, este estudo buscou compreender como essas experiências se configuram como processos complexos e multifatoriais, tendo como objetivo descrever as relações de apoio social no período puerperal sob a ótica da mulher-mãe e analisar os facilitadores e inibidores do processo de transição em relação a essas relações; trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória com abordagem qualitativa, desenvolvida em duas etapas, com critérios de inclusão que englobaram mulheres maiores de 18 anos, que deram à luz a crianças a termo entre 45 dias e 2 anos em condições saudáveis, e critérios de exclusão como parto de natimorto, filhos com agravos à saúde, baixo peso ao nascer ou hospitalização prolongada; os dados foram submetidos à análise de conteúdo temático-categorial de Oliveira (2008), respeitando todos os aspectos éticos, e os resultados foram organizados em cinco categorias principais: relações de apoio social (familiares, comunitárias e profissionais), desafios de ser mulher e mãe (sobrecarga, desafios físicos e emocionais, confronto entre expectativa e realidade), transformações identitárias e sociais da maternidade, facetas positivas e resiliência (suporte emocional, vínculo com a criança e estratégias de enfrentamento) e políticas e condições estruturais (falta de políticas públicas e suporte institucional); os achados revelam que a transição puerperal é uma travessia profunda, marcada por rupturas identitárias e exigências emocionais invisibilizadas, em que a ausência ou fragilidade das relações de apoio intensifica a vulnerabilidade da mulher-mãe, e ainda que algumas encontrem redes de suporte, os desafios persistem mesmo em contextos privilegiados, tornando urgente reconhecer o puerpério como uma fase de vulnerabilidade emocional, física, social e contínua, que demanda cuidado integral, escuta e políticas públicas sensíveis à complexidade dessa experiência. pt_BR
dc.subject.pt Período pós-parto pt_BR
dc.subject.pt Apoio social pt_BR
dc.subject.pt Relações interpessoais pt_BR
dc.subject.pt Saúde materna pt_BR


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