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Linhagem, linguagem: fabulações do arquivo em A água é uma máquina do tempo

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dc.contributor.author Miguelote, Carla da Silva
dc.contributor.author Ricotta, Lúcia
dc.date.accessioned 2026-04-27T14:01:59Z
dc.date.available 2026-04-27T14:01:59Z
dc.date.issued 2023
dc.identifier.citation MIGUELOTE, Carla da Silva; PINTO, Lúcia Ricotta Vilela. Linhagem, linguagem: fabulações do arquivo em A água é uma máquina do tempo. Texto Poético, Lavras, v. 19, n. 38, p. 133–155, 2023. pt_BR
dc.identifier.issn 1808-5385
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/unirio/15039
dc.description.sponsorship NA pt_BR
dc.description.sponsorship NA pt_BR
dc.language.iso Portuguese pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.title Linhagem, linguagem: fabulações do arquivo em A água é uma máquina do tempo pt_BR
dc.title.alternative Lineage, language : archival fabulations in A água é uma máquina do tempo pt_BR
dc.type article pt_BR
dc.degree.department CLA pt_BR
dc.degree.grantor Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO pt_BR
dc.subject.cnpq Área: Linguística, Letras e Artes. Subárea: Letras pt_BR
dc.subject.en Aline Motta pt_BR
dc.subject.en Archive pt_BR
dc.subject.en Critical fabulation pt_BR
dc.subject.en Matrilineality pt_BR
dc.subject.en Phantasm pt_BR
dc.description.abstracten The article aims to investigates Aline Moas’s artistic and political fabulation in A Água é uma máquina do tempo. Appropriating archival materials, her language approaches “poetry by other means” (PERLOFF, 2013). On the other hand, her research on her own lineage, which intertwines with the history of black lives in Brazil, points to other horizons of invention. In dialogue with reections by Leda Martins on spiraling time, by Saidyia Hartman on critical fabulations, and by Marylin Strathern on contemporary kinship studies, we observe how the artist performs a phantasm related to her matrilineal genealogy. pt_BR
dc.creator.affiliation Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro pt_BR
dc.description.abstractpt O artigo investiga a fabulação artística e política de Aline Moa em A água é uma máquina do tempo (2022a). Apropriando-se de materiais de arquivo, sua linguagem se aproxima da “poesia por outros meios” (PERLOFF, 2013). Por outro lado, sua pesquisa sobre a própria linhagem, que se entrelaça com a história das vidas negras no Brasil, aponta para outros horizontes de invenção. Dialogando com reflexões de Leda Martins sobre o tempo espiralar, de Saidiya Hartman sobre fabulação crítica, e de Marylin Strathern sobre os estudos de parentescos na contemporaneidade, observamos como a artista performa uma fantasmalidade relacionada a sua genealogia matrilinear. pt_BR
dc.subject.pt Aline Motta pt_BR
dc.subject.pt Arquivo pt_BR
dc.subject.pt Fabulação crítica pt_BR
dc.subject.pt Matrilinearidade pt_BR
dc.subject.pt Fantasmalidade pt_BR


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