| dc.contributor.advisor | Ribas, Simone Augusta | |
| dc.contributor.author | Silva, Alice Valente da | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-05T11:49:51Z | |
| dc.date.available | 2026-08-05T11:49:51Z | |
| dc.date.issued | 2026-05-06 | |
| dc.identifier.citation | SILVA, Alice Valente da. Insegurança alimentar domiciliar e a qualidade da dieta de crianças com síndrome de Down atendidas em um hospital universitário. 2026. 91 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Segurança Alimentar e Nutricional) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/unirio/15324 | |
| dc.description.sponsorship | n/a | pt_BR |
| dc.language.iso | Portuguese | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.title | Insegurança alimentar domiciliar e a qualidade da dieta de crianças com síndrome de Down atendidas em um hospital universitário | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Ribas, Simone Augusta | |
| dc.contributor.referee | Pereira, Alessandra da Silva | |
| dc.contributor.referee | Cunha, Diana Barbosa | |
| dc.degree.department | CCBS | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO | pt_BR |
| dc.degree.level | Mestrado Profissional | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro, RJ | pt_BR |
| dc.degree.program | Programa de Pós-graduação em Segurança Alimentar e Nutricional | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIÊNCIAS DA SAÚDE | pt_BR |
| dc.description.abstracten | Children with Down syndrome (DS) are particularly vulnerable to household food insecurity (HFI) due to feeding difficulties, associated health conditions, and increased financial burdens related to medical care and specialized therapies. This study aimed to investigate the prevalence of HFI and the factors influencing diet quality among children with DS. A cross-sectional study was conducted with 91 Brazilian children with DS, aged between 6 months and under 6 years, attending a Nutrition Outpatient Clinic at a university hospital in Rio de Janeiro, Brazil. Dietary intake was assessed using a 24-hour dietary recall to estimate daily energy and nutrient intake according to the NOVA food classification system and household food security status. Diet quality was evaluated using the World Health Organization (WHO) indicators for infant and young child feeding practices. The relative energy contribution of each NOVA food group was also calculated. Statistical analyses included Pearson's chi-square or Fisher's exact tests, the Mann–Whitney U test, and multiple logistic regression. Among the 91 children, 52.7% lived in households experiencing HFI, predominantly mild (39.6%). Preschool-aged children were 82% less likely to live in food-insecure households than infants (OR = 0.18; 95% CI: 0.06–0.59; p = 0.005), whereas children from low and very low socioeconomic households were 14.43 times more likely to experience HFI (OR = 14.43; 95% CI: 3.52–59.07; p < 0.001). Compared with children living in food-secure households, those experiencing HFI showed a lower prevalence of minimum dietary diversity (68.8% vs. 88.4%; p = 0.02), lower consumption of iron-rich foods (73.0% vs. 93.0%; p = 0.01), lower dietary fiber intake (15.1 g vs. 18.0 g; p = 0.04), a lower proportion of energy from protein, and a higher contribution of total and saturated fats to total energy intake (all p < 0.05). The relative energy contribution of ultra-processed foods was significantly higher among children experiencing HFI (39.5% vs. 25.0%; p = 0.04), whereas children living in food-secure households obtained a greater proportion of their daily energy from unprocessed or minimally processed foods. No significant differences were observed between groups regarding the intake of carbohydrates, monounsaturated and polyunsaturated fats, calcium, iron, zinc, or vitamin A. In conclusion, HFI was highly prevalent and was associated with poorer diet quality among children with DS, highlighting the need for strategies to improve access to healthy foods for this particularly vulnerable population. | pt_BR |
| dc.degree.country | Brasil | pt_BR |
| dc.description.sponsordocumentnumber | n/a | pt_BR |
| dc.description.abstractpt | Crianças com Síndrome de Down (SD) estão particularmente vulneráveis à insegurança alimentar e nutricional (InSAN), devido a dificuldades de alimentação e condições de saúde associadas, além maiores gastos financeiros, como despesas médicas e terapias especializadas. Assim, este estudo visou investigar a situação de InSAN domiciliar e fatores que possam influenciar a qualidade da dieta nesta população. Trata-se de um estudo transversal realizado com 91 crianças brasileiras com SD, com idades entre 6 meses e 6 anos incompletos, atendidas em um ambulatório de Nutrição de um Hospital Universitário na cidade do Rio de Janeiro. Dados dietéticos foram coletados por meio de recordatório alimentar de 24 horas para estimar a ingestão diária de energia e nutrientes de acordo com a classificação NOVA e situação de InSAN. A qualidade da alimentação foi avaliada com base nos indicadores de práticas alimentares de lactentes e pré-escolares propostos pela Organização Mundial da Saúde. Determinou-se a contribuição energética relativa de cada grupo de alimentos segundo a classificação NOVA. As análises estatísticas incluíram os testes do qui-quadrado de Pearson ou exato de Fisher, teste U de Mann–Whitney e regressão logística múltipla. Das 91 crianças, 52,7% viviam em domicílios em InSAN, predominantemente leve (39,6%). Pré-escolares apresentaram 82% menor chance de viver em domicílios em InSAN em comparação aos lactentes (OR = 0,18; IC95%: 0,06–0,59; p = 0,005), enquanto aquelas pertencentes aos estratos socioeconômicos baixo e muito baixo apresentaram 14,43 vezes maior chance de em estar InSAN domiciliar (OR = 14,43; IC95%: 3,52–59,07; p < 0,001). Em comparação às crianças em segurança alimentar (SAN), aquelas em InSAN apresentaram menor prevalência de diversidade alimentar mínima (68,8% vs. 88,4%; p = 0,02), menor consumo de alimentos ricos em ferro (73,0% vs. 93,0%; p = 0,01), menor ingestão de fibras (15,1 g vs. 18,0 g; p = 0,04), menor participação de proteínas e maior participação de gorduras totais e saturadas no valor energético total da dieta (todos p < 0,05). A contribuição energética de alimentos ultraprocessados foi significativamente maior entre crianças em InSAN (39,5% vs. 25,0%; p = 0,04), enquanto crianças em SAN apresentaram maior contribuição de alimentos in natura ou minimamente processados. Não foram observadas diferenças entre os grupos quanto à ingestão de carboidratos, gorduras mono e poliinsaturadas, cálcio, ferro, zinco e vitamina A. Conclui-se que a InSAN domiciliar apresentou alta prevalência e esteve associada à pior qualidade da dieta em crianças com SD, evidenciando a necessidade de estratégias que ampliem o acesso a uma alimentação saudável para essa população em situação de maior vulnerabilidade. | pt_BR |
| dc.subject.pt | Insegurança alimentar | pt_BR |
| dc.subject.pt | Síndrome de Down | pt_BR |
| dc.subject.pt | Criança | pt_BR |
| dc.subject.pt | Consumo alimentar | pt_BR |