| dc.contributor.advisor | Noronha, Rodolfo Liberato de | |
| dc.contributor.author | Barreto, Deborah Silva Menezes | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-06T16:22:26Z | |
| dc.date.available | 2026-08-06T16:22:26Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.identifier.citation | BARRETO, Deborah Silva Menezes. O Estado é violência: autos de resistência como expressão da gestão seletiva da morte, a prática da polícia militar no Rio de Janeiro e em São Paulo 2007-2024. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciência Política) - Escola de Ciência Política, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/unirio/15331 | |
| dc.description.sponsorship | N/A | pt_BR |
| dc.language.iso | Portuguese | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.title | O Estado é violência: autos de resistência como expressão da gestão seletiva da morte, a prática da polícia militar no Rio de Janeiro e em São Paulo 2007-2024 | pt_BR |
| dc.title.alternative | The State is violence: reports of resistance as an expression of the selective management of death | pt_BR |
| dc.type | bachelorThesis | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Noronha, Rodolfo Liberato de | |
| dc.contributor.referee | Silva, Fabrício Pereira da | |
| dc.contributor.referee | Sabino, Cesar | |
| dc.degree.department | CCJP | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIÊNCIA POLÍTICA. ESTADO E GOVERNO | pt_BR |
| dc.subject.en | Resistance reports | pt_BR |
| dc.subject.en | Police violence | pt_BR |
| dc.subject.en | Necropolitics | pt_BR |
| dc.subject.en | Racism and Human Rights | pt_BR |
| dc.description.abstracten | This article presents a reflective approach to so-called "resistance killings" as a materialization of necropolitics within a context of public insecurity, focusing on the practices of the military police in the states of Rio de Janeiro and Sao Paulo between 2007 and 2024. It hypothesizes that state violence is part of a societal project; it is selective, systematic, and racialized. The study investigates the methods used by the State to legitimize the production and perpetuation of the deaths of Black, marginalized, and subaltemized people. This occurs as a practice of social control. Furthermore, resistance killings are not deviations or abuses, but rather part of a structure of a specific governmental rationality that determines life and death unequally. The article is supported by official empirical data, reports from human rights organizations, and academic texts that reveal the persistent, institutionalized, and selective nature of police lethality. It is concluded that the Brazilian State, through its military police, acts in a necropolitical management of its population, basing this practice on structural racism rooted in social and political relations, and on a punitive logic. This historical and contemporary context ends up compromising the democratic foundations and the consolidation of human rights in Brazil. | pt_BR |
| dc.description.sponsordocumentnumber | N/A | pt_BR |
| dc.description.abstractpt | 0 presente artigo apresenta uma abordagem reflexiva acerca dos chamados autos de resistência enquanto materialização da necropolitica no que diz respeito a um contexto de insegurança publica, com enfoque na pratica da policia militar nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre os anos de 2007 - 2024. Parte-se da hipótese de que a violência estatal faz parte de um projeto societário, ela e seletiva, sistemática e racializada. Buscou-se investigar as formas utilizadas pelo Estado para a legitimação da produção e da perpetuação da morte de pessoas negras, periféricas, marginalizadas e subaltemizadas. Fato esse que ocorre como uma pratica de controle social. Para além disso, os autos de resistência não são desvios, ou abusos, antes são parte de uma estrutura de uma determinada racionalidade governamental que determina a vida e a morte desigualmente. 0 artigo e amparado por dados empíricos oficiais, relatórios de organizações de direitos humanos e por textos acadêmicos que escancaram a caráter persistente, institucionalizado e seletivo da letalidade policial. Conclui-se que o Estado do Brasil através de sua policia militar atua em uma gestão necropolitica de sua população, baseia essa pratica no racismo estrutural enraizado nas relações sociais e politicas, e na 1ógica punitiva. Esse contexto histórico e contemporâneo acaba por comprometer os fundamentos democráticos e a consolidação dos direitos humanos no Brasil. | pt_BR |
| dc.subject.pt | Autos de resistência | pt_BR |
| dc.subject.pt | Violência policial | pt_BR |
| dc.subject.pt | Necropolitica | pt_BR |
| dc.subject.pt | Racismo e Direitos Humanos | pt_BR |
| dc.degree.course | Bacharelado em Ciência Política | pt_BR |
| dc.degree.college | Escola de Ciência Política | pt_BR |