| dc.contributor.advisor | Chagas, Mário de Souza | |
| dc.contributor.author | Freitas, Álisson Valentim de | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-18T21:32:47Z | |
| dc.date.available | 2026-09-18T21:32:47Z | |
| dc.date.issued | 2026-04-30 | |
| dc.identifier.citation | FREITAS, Álisson Valentim de. Não há ponto sem nós! MUF, muquifo e a política dos pontos de memória no Brasil. 2026. 179 f. Tese (Doutorado em Museologia e Patrimônio) – Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/unirio/15412 | |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ( CAPES) | pt_BR |
| dc.language.iso | Portuguese | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.title | Não há ponto sem nós! Muf, muquifu e a política dos pontos de memória no Brasil | pt_BR |
| dc.title.alternative | Not museum without us! Muf, muquifu and the policy of memory points in Brazil. | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Chagas, Mário de Souza | |
| dc.contributor.referee | Rangel, Márcio Ferreira | |
| dc.contributor.referee | Moraes, Nilson Alves de | |
| dc.contributor.referee | Félix, Lia Calabre de Azevedo | |
| dc.contributor.referee | Bruno, Maria Cristina Oliveira | |
| dc.degree.department | CCHS | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de janeiro, RJ | pt_BR |
| dc.degree.program | Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | MUSEOLOGIA | pt_BR |
| dc.subject.en | Museology | pt_BR |
| dc.subject.en | Museum | pt_BR |
| dc.subject.en | Social museology | pt_BR |
| dc.subject.en | MUF | pt_BR |
| dc.subject.en | Muquifu | pt_BR |
| dc.subject.en | Memory point | pt_BR |
| dc.description.abstracten | The research analyzes the field of museology based on situated practices within the framework of Memory Points, focusing on the Museu de Favela (MUF) in Rio de Janeiro and the Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu) in Belo Horizonte. It is grounded in the recognition that these experiences arise in territories marked by historical inequalities, linked to processes of urbanization, threats of displacement, and dynamics of social and cultural invisibilization. The objective is to understand how these initiatives, anchored in community participation and shared management, challenge and reconfigure central concepts of museology—such as museum, heritage, and memory—shifting them from an institutional perspective to a relational and territorial practice. The methodology combines field research, document analysis, and semi structured interviews with founders, managers, collaborators, and residents, adopting an engaged approach that recognizes territory as a condition for understanding the experiences analyzed. The analysis considers that the MUF organizes musealization through territorial expansion, with the Circuit of Painted Houses transforming urban space into an exhibition medium, while the Muquifu structures its practice through the intensification of relationships within a hybrid space that brings together church, kitchen, and museum. The comparison shows that both experiences share the centrality of territory and community participation, while also presenting differences in their modes of organization, governance, and spatial relations. Networking appears as a constitutive dimension of these practices, functioning as a strategy for sustainability, knowledge exchange, and political articulation in contexts of institutional precariousness. The final considerations indicate that social museology constitutes a field in dispute, in which the notion of the museum as process operates as an analytical axis to understand practices sustained by the continuous activation of bonds, narratives, and objects, shifting the centrality from the building to the territory and from the object to experience. | pt_BR |
| dc.degree.country | Brasil | pt_BR |
| dc.description.sponsordocumentnumber | n/a | pt_BR |
| dc.description.abstractpt | A pesquisa analisa o campo da museologia a partir de práticas situadas no âmbito dos Pontos de Memória, com foco no Museu de Favela (MUF), no Rio de Janeiro, e no Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu), em Belo Horizonte. Parte do reconhecimento de que tais experiências surgem em territórios marcados por desigualdades históricas, vinculadas a processos de urbanização, ameaças de remoção e dinâmicas de invisibilização social e cultural. O objetivo consiste em compreender como essas iniciativas, ancoradas na participação comunitária e na gestão compartilhada, tensionam e reconfiguram conceitos centrais da museologia, como museu, patrimônio e memória, deslocando-os de uma perspectiva institucional para uma prática relacional e territorial. A metodologia articula pesquisa de campo, análise documental e entrevistas semiestruturadas com fundadores, gestores, colaboradores e moradores, adotando uma abordagem implicada que reconhece o território como condição de inteligibilidade das experiências analisadas. A análise considera que o MUF organiza a musealização por meio da expansão territorial, com o Circuito das Casas-Tela transformando o espaço urbano em suporte expositivo, enquanto o Muquifu estrutura sua atuação pela intensificação das relações em um espaço híbrido que articula igreja, cozinha e museu. A comparação permite observar que ambas as experiências compartilham a centralidade do território e da participação comunitária, ao mesmo tempo em que apresentam diferenças em seus modos de organização, governança e relação com o espaço. O trabalho em rede aparece como dimensão constitutiva dessas práticas, funcionando como estratégia de sustentação, circulação de saberes e articulação política em contextos de precariedade institucional. As considerações finais indicam que a museologia social se configura como campo em disputa, no qual a noção de museu-processo opera como eixo analítico para compreender práticas sustentadas na ativação contínua de vínculos, narrativas e objetos, deslocando a centralidade do edifício para o território e do objeto para a experiência. | pt_BR |
| dc.subject.pt | Museologia | pt_BR |
| dc.subject.pt | Museu | pt_BR |
| dc.subject.pt | Museologia social | pt_BR |
| dc.subject.pt | MUF | pt_BR |
| dc.subject.pt | Muquifu | pt_BR |
| dc.subject.pt | Pontos de memória | pt_BR |